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Adaptação na escola - Osprimeiros dias no colégio

Não interessa a faixa etária, independente da turma ou da idade das crianças, todas elas passam por um período de adaptação, algumas encaram com tanta naturalidade que este acontecimento se torna imperceptível, mas isso não significa que não exista.



O MOMENTO IDEAL DE INGRESSAR NA ESCOLA INFANTIL

Neste aspecto alguns estudiosos divergem. Cora Coralina dizia que a criança jamais deveria freqüentar a escola ou ser afastada da mãe antes da idade escolar (7anos). Há uma outra linha da pedagogia Waldorf que defende que o nascimento da dentição indica o momento certo de freqüentar a escola. Mas é Helen Bee, pesquisadora americana e especialista em desenvolvimento humano, quem afirma em seus estudos que, “Em geral, o efeito positivo das creches parece ser maior para as crianças que ingressam na creche durante o período de bebê.”
Pesquisas realizadas por Bee apontam inúmeros benefícios no desenvolvimento de crianças que freqüentam a escola desde cedo, mas a qualidade do ensino oferecido e o conhecimento prévio das fases do desenvolvimento infantil por parte das educadoras são fatores determinantes para o sucesso. Entre os benefícios podemos citar que, as crianças que freqüentam a escola são mais sociáveis, habilidosas, mais populares e lidam melhor com os companheiros. O único aspecto negativo encontrado pelos estudiosos pesquisados por Bee foi a agressividade.
Algumas crianças que freqüentam a escola apresentam um nível de agressividade maior do que aquelas criadas em casa apenas com o convívio de familiares e adultos, porém, alguns interpretam esta agressividade como uma forma madura da criança lidar com o mundo, de pensar sozinha e ser mais independente sem ficar sempre sob a proteção de um adulto, ou seja, são mais agressivas porque costumam resolver conflitos tendo o adulto como mediador e não como protetor ou alguém que intervém em suas decisões.
Reunindo estudos, Helen Bee pôde pesquisar mais sobre o apego inseguro desenvolvido por algumas crianças. Constatou que, o risco do apego inseguro era um pouco maior para bebês que ingressavam antes de completar 1 ano de idade na escola. Este apego inseguro não aumenta de acordo com o número de horas que a mãe trabalha. Uma mãe que trabalha 40 horas por semana, 20 horas ou 5 não modifica o comportamento da criança. Contudo, o apego inseguro não se relaciona apenas à escola e sim ao vínculo que a mãe e a criança possuem e pode ser gerado pelo estresse materno por exemplo.


Socialização e adaptação da criança na escola de educação infantil

A entrada da mulher no mercado de trabalho e a necessidade de deixar os pequenos em um lugar com maior conhecimento dos processos de desenvolvimento do ser humano são as principais justificativas para a opção de matricular as crianças na escola de educação infantil.
Esta decisão cabe aos pais ou responsáveis que, se não possuírem alguém da família que possa cuidar das crianças, deverão optar por uma babá ou pela escola. O processo de adaptação de uma criança na escola não começa com ela, mas com seus pais, pois a entrada de uma criança na escola representa uma mudança na rotina e na vida, tanto das crianças como de seus familiares e da própria escola que precisa se organizar para acolhe-la, esta adaptação só terá sucesso se as partes envolvidas formarem um elo. Muitos pais estão receosos, inseguros em relação aos cuidados que a escola infantil pode oferecer aos seus filhos, mesmo tendo optado por ela.
É comum mães ficarem inseguras até com relação ao vínculo afetivo que se forma entre educadora/criança/colegas, justamente o que deveria deixa-las ainda mais segura com a escola..
Começa aqui, o primeiro passo da adaptação e socialização da criança na escola infantil. A adaptação dos pais. A única forma de deixar os pais seguros é mostrar a eles que optaram pelo ambiente e pelas pessoas certas para cuidar e educar seus filhos. Nesta parte entra a escola como um todo, diretores, educadores, psicóloga, nutricionista e demais funcionários, mas principalmente, a pessoa encarregada de fazer a coordenação pedagógica, porque nesta etapa ela mostrará aos pais o funcionamento da escola, bem como a proposta pedagógica ou os objetivos educacionais da instituição, ou seja, mostrará aos pais que, na escola estão os profissionais qualificados, que se dedicam a conhecer, educar e cuidar crianças.
A primeira etapa estará vencida quando os pais se conscientizarem que, nos dias de hoje é perfeitamente natural que as crianças permaneçam boa parte do seu tempo na escola, os pais não precisam se sentir culpados, ao contrário, mostrar desde cedo para os pequenos que é preciso batalhar bastante por aquilo que desejamos ajuda no processo de formação da identidade e do caráter. Mostrar a eles que, não é necessário compensar a criança com doces, brinquedos ou outras coisas, afinal, ninguém precisa ser recompensado só porque passou um dia se divertindo, aprendendo e brincando com seus colegas em um ambiente seguro e adaptado para isso. Também é importante orientar para que os pais continuem impondo os mesmos limites de sempre, sem se sentir culpado por ter passado menos tempo com o pequeno do que gostariam, o mais importante é a qualidade do tempo e não a quantidade.
Na segunda etapa deste processo, a educadora responsável pela criança devera fazer a continuação deste processo de adaptação dos pais ao mesmo tempo em que adapta e integra o pequeno no grupo e na rotina da sala. A educadora deve mostrar que está apta a realizar esta tarefa porque estuda e conhece como funciona o desenvolvimento infantil, além de dominar os cuidados necessários para a faixa etária que atende (higiene, saúde, nutrição etc), por isso, devemos formar um elo, porque quem irá fornecer os dados indispensáveis para o sucesso desta adaptação serão os pais, através da ficha de anmese, que deve ser feita pela escola na entrevista com os responsáveis e pode ser complementada pela educadora de acordo com as necessidades da faixa etária atendida.

Algumas informações sobre o processo de adaptação na escola:

A decisão dos pais, de colocar seu filho na escola deve resultar de atitude pensada, consciente e segura é dever da escola certificar-se de que esta é a melhor opção para os pais e para a criança. É preciso que eles estejam cientes que a escola será um bom propulsor para o desenvolvimentodo seu filho em vários aspectos como: afetivo, social, físico e cognitivo;
Entenda que, o ingresso na escola é a entrada em um meio social mais amplo, onde a criança se desligará, por algumas horas do seu dia, do seio familiar. Ela então irá se deparar com novas questões de sociabilidade (como dividir brinquedos e a atenção da educadora). Faça com que a criança sinta-se segura com suas decisões.
Solicite aos pais que levem a criança na escola quando forem visitar, conhecer e fazer a matrícula, estas visitas fazem com que ela vá se familiarizando com o ambiente e sinta vontade de ficar e conhecer mais um pouco, porém, estes dias não são para a adaptação, apenas para que fique mais segura;
A vinda da criança para a escola deve ser preparada; entretanto, oriente os pais a evitar longas explicações para o pequeno, pois isso pode despertar suspeita e insegurança. Algumas crianças se adaptam facilmente outras demoram um pouco mais, não há regras pré- definidas para isso, porém, o segredo do sucesso é levar em consideração as necessidades e o ritmo de cada família;
A separação, apesar de necessária, é um processo doloroso tanto para a criança quanto para a mãe, mas é superado em pouco tempo. Na escola a criança vivencia pela primeira vez o distanciamento da família e a não exclusividade, pois terá de dividir a atenção com seus colegas, porém, é nesta etapa que a criança fortalecerá o processo de amadurecimento, que se estenderá para toda vida.
Cuidados devem ser tomados nesse período de adaptação em relação a troca recente de residência, retirada de chupeta ou fraldas, troca de mobília do quarto da criança, perda de parente próximo ou animalzinho de estimação ou qualquer outra alteração, incluindo de saúde;
O choro na hora da separação é freqüente e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola, muitas vezes é apenas um sinal de birra, manha ou a forma de convencer os pais de algo que desejam. Sono, fome, cansaço também são motivos para que a criança não queira ficar na escola. Embora seja comum a criança resistir na entrada (o choro, a raiva e a birra fazem parte deste processo), pois é o momento em que é “cortado” o vínculo com a família, mas é preciso deixar claro, mesmo com choro a criança deve permanecer na escola.
A ausência do choro não significa que a criança não esteja sentindo a separação. Não force com violência e ansiedade a criança a ficar na escola. Mesmo parecendo calma e estando tranqüila ela ainda não está adaptada porque tudo é novo, a diferença está apenas na forma como ela reage, o processo de adaptação continua sendo o mesmo;
Mesmo quando a criança não chora, ainda há outras formas de verificar como está o processo de adaptação. Crianças que parecem aflitas, frustradas, ansiosas, angustiadas ou assustadas, que mordem, gritam, batem (nas outras crianças, na educadora ou em si mesmas), não se alimentam direito ou ficam irritadiças podem estar com dificuldades neste processo.
Evite comentários sobre a adaptação da criança em sua presença;
Cabe à mãe entregar a criança ao educador, colocando-a no chão ou entregando no colo da profissional e incentivando-a a ficar na escola. Não é recomendável deixar o educador com o encargo de retirar a criança do colo da mãe. Quanto mais rápido e determinado for este processo mais segura a criança estará;
Converse com os pais para que não saiam escondidos, peça para que se despeçam da criança e avisem que logo irão retornar para buscá-la, em caso de choro sugira que façam isto mais rapidamente e se despeçam com firmeza, avisando que já voltarão.
A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e sua presença dos pais nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará as outras crianças cobrarem a presença de suas mães;
Incentive a criança a procurar a sua ajuda quando necessitar algo, para que crie um laço afetivo contigo;
Lembre-se que o educador atende às crianças em grupo, procurando distribuir sua atenção, igualmente, promovendo junto com a mãe a integração da criança. Então, na hora de adaptar é importante mostrar aos pais e a criança que ela está sendo inserida em um grupo e que é muito bem vinda;
Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, que suportará melhor a nova situação;
Solicitar aos pais que evitem interrogatórios sobre o dia da criança na escola, para que não se sinta pressionada. Crianças gostam de falar de suas descobertas, deixa-a interessada em falar sobre o assunto que ela agirá naturalmente;
Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o período de adaptação, assim como alguns sintomas psicossomáticos (febre, vômitos etc);
É comum verificar-se nessa fase uma ambivalência de sentimentos. O desejo de autonomia da criança e a necessidade de proteção ocorrem simultaneamente;
A adaptação das crianças de período integral inicialmente deve ser feita em um turno (manhã ou tarde). Crianças até 3 meses raramente precisam de adaptação porque ainda não distinguem seu corpo do meio. A partir dos 8 meses verifica-se o "estranhar", nesta etapa é sugerido que o familiar responsável pela criança em adaptação permaneça na escola nos primeiros 3 ou 4 dias e que, a adaptação seja feita de forma progressiva, ou seja, no primeiro dia fica apenas uma horinha na escola e depois vai aumentando este tempo;
Muitas vezes uma criança que já está na escola precisa ser readaptada ao trocar de sala ou de educadora, porque pode sentir medo ou ficar insegura e com medo da mudança.
Crie rotinas de acordo com a faixa etária atendida e o interesse da turma, uma rotina adequada, criativa e bem elaborada constitui para a criança instrumento construtivo de sua independência e autonomia, fortalecendo os vínculos e os “combinados” facilitando o processo de socialização. O espaço deve ser limpo, seguro e colorido, adaptado para as crianças brincarem. Não são necessários brinquedos caros mas as atividades devem ser organizadas de forma a estimular o ato de brincar.


Márcia Soares
Professora, apaixonada pela profissão


REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO:
NOVAES, Maria Helena. Adaptação Escolar. Petrópolis: Vozes, 1985.
FUNDAÇÃO, Roberto Marinho. Professor da pré-escola Vol I. Rio de Janeiro:FAE, 1991.
BEE, Helen/Tradução Maria Adriana Veríssimo Veronese. A criança em desenvolvimento.-9.ed.-Porto Alegre:Artmed,2003.
SANFORD, Fátima Rodrigues; Acolhimento, cuidados que auxiliam a criança a se adaptar na creche. Revista do professor, Porto Alegre, nº81,p.5-6,jan./mar.2005
Internet:
http://guiadobebe.uol.com.br/bb1a2/socializacao_e_adaptacao_da_crianca_na_preescola.htm
http://novaescola.abril.com.br/index.htm?ed/171_abr04/html/pequenos

17 carinhos recebidos:

Mariii disse...

Olá o Criatividade Aplicada(http://criatividadeaplicada.blogspot.com) passou por uma reforma e está de cara nova com ótimas idéias. Não deixe de conferir, participe da enquete e diga se você gostou do novo visual e deixe um comentário!

Obrigada!!!

Aguardo você lá!

Ótima semana!!

25 de fevereiro de 2008 10:45
Marinês disse...

estou simplesmente apaixonada por seu site e não menos impressionada com sua dedicação, sou professora de educação infantil e é muito bom saber
que podemos trocar idéias...
Um abração , Marinês.
( Rio de Janeiro )

25 de fevereiro de 2008 14:17
Solange Paglarini, disse...

Oie...
Suas informações são úteis principalmente pra mim q sou mãe, minha filha tem 4 anos e coloqquei ela no jardim. Ainda estou em fase de obsevação, mas em princípio esta sendo bom pra ela.
Xauuuuuuu

26 de fevereiro de 2008 12:55
CREUZA disse...

marcia; seu blog tem tudo para nos ajudar,alem de ser super lindo.PARABENS..................

CREUZA
RIO DE JANEIRO

16 de abril de 2008 21:42
rick disse...

adorei!
Vc está de parabéns!!!!
Profª Malú

15 de fevereiro de 2009 21:52
Goretti disse...

Márcia,
PARABÉNS! Fico muito feliz em saber que existem professoras com tanto afinco e dedicação. Gostaria de uma orientação se possível. Sou mãe de uma aluna do 2º período da educação infantil que acabou de completar 05 aninhos. No ano passado minha filha frequentou o 1º período de uma forma fantástica, não tive problemas para que ela se adaptasse à escola, desde o 1º dia se sentiu feliz, tranquila e tudo correu muito bem durante todo o ano em todos os sentidos. Neste ano, ela continua na mesma escola, em turno direfente, com professora, supervisora e direção diferentes e desde o 1º dia é um transtorno. Ela chega a chorar e vejo que não é pirraça, porque é um choro sentido. O 1º dia de aula foi extremamente frio, acho que até no exército existe mais afeto. Passados alguns 10 dias de aula, ela só ficava com a diretora e supervisora e depois de um tempo aceitava ir para a sala de aula. A professora esteve 15 dias afastada e minha filha frequentou a escola bem, voltou a sorrir e a fazer as atividades com alegria, quem substituiu nestes dias foram a diretora, supervisora e professora eventual. Com todas elas correu tudo bem. Agora a professora voltou e começou tudo de novo. Minha filha não me fala nada diretamente, por isso não sei se aconteceu algum problema entre ela e a professora, acredito que não. Acho que criança sente estas coisas e infelizmente a professora não nasceu para lecionar. É difícil, vc tem alguma sugestão? Sobre a frieza da recepção no início do ano já conversei com a escola, já perguntei a minha filha e ela me responde que a professora é "boazinha", enfim não sei o que fazer, só sei que é muito triste levar uma criança que sempre gostou da escola, que é incentivada pela família, que tem contato diário com o mundo escolar para a escola com uma tristeza no olhar. Me desculpe, acho que acabei desabafando. MUITO SUCESSO E QUE DEUS LHE ABENÇOE.
Goretti

18 de março de 2009 17:16
Espaço da Criança disse...

Goretti, o choro e a birra são formas de manifestar um desconforto e levar vantagem no que quer. Até na vida adulta, choramos diante de uma situação na qual estamos ansiosos, inseguros ou desconfortáveis.
Nesta hora, reflita bem sobre o que pode estar acontecendo, não deixe transparecer a idéia de que você também está insegura, sua filha irá sentir isso pelas perguntas que você faz sobre a professora ou por sua expressão de pena ao deixá-la na escola.
Não é possível ignorar o fato de que as crianças possuem afinidades, ela pode muito bem se sentir melhor acolhida pelo grupo anterior, isso inclui todos, direção, coordenação, professora e os colegas. Nesta idade, o vínculo com os coleguinhas também é muito importante, o choro pode anunciar que ela ainda não está bem integrada a este novo grupo.
Claro que a professora precisa ser afetiva e integrá0la ao grupo, crianças precisam de acolhimento, a adaptação é um todo, família, escola e criança. Converse com a professora de forma delicada e exponha as suas inseguranças e dúvidas, em geral, não existe criança que não se adapte, o que varia é sempre o tempo entre uma adaptação e outra.
Boa tentativa!!

23 de agosto de 2009 19:17
Anônimo disse...

Querida
O seu Blog é muito interessante, pois retrata a vivencia de uma educadora preocupada, capaz, dedicada e consciente do seu papel mediante uma área que carece de profissionais qualificados.
Educação é doação,amor, vontade, busca constante e inquietação. Precisamos ser conscientes do nosso papel de mediadora para podermos então sonhar com uma educação igualitária e justa pois é esta educação que os nossos pimpolhos merecem.

4 de janeiro de 2010 15:08
Anônimo disse...

Querida
Adorei este blog você está de parabéns,suas informações serão de grande valor para mães e professores,pois você demonstra ser uma profissional apaixonada pelo o que faz.

10 de janeiro de 2011 23:07
Verydiana disse...

Nossa Márcia, amei esse "cantinho"!
Sou estudante de Pedagogia, já estágiei em uma escola, no infantil3, e atualmente estou pesquisando sobre adaptação para minha monografia. Também sou mãe, minha filha tem dois anos e três meses, e faz um ano que ela frequenta a creche, hoje está aparentemente adaptada, porém foram meses bem complicados, sofro até hoje, quando lembro tudo que passamos, tem dias que ela ainda apresenta resistência para ficar, mas sinto que gosta de ir, que está bem integrada e acho que estou fazendo o melhor pra ela. Minha insegurança surgiu devido as pesquisas que estou fazendo, onde vejo que a adaptação pode gerar consequências mais tarde. Estou tendo dificuldades em encontrar fontes para meu trabalho, seu blog foi um achado. Gostaria de saber suas opiniões e sugestões para minha pesquisa, se possível enviar por e-mail: verydianarodrigues@hotmail.com. Agradeço desde já sua atenção!!!

8 de junho de 2011 13:43
Profe Márcia disse...

Oi Verydiana, não tenho outros materiais além destes que citei sobre adaptação, mas acredito que é um tema bastante rico e fácil de encontrarmos nos livros, pois é parte fundamental da escola.
Nunca ouvi falar sobre sequelas de uma má adaptação, mas como somos humanos, todas as informações e contato que fazemos ficam guardadinhos na gente. As relações sociais são fundamentais no alicerce da formação da criança, a adaptação está relacionada diretamente a este fator, então, acredito que uma criança que não consiga realizar uma adaptação apresente alguns problemas como insegurança e medo que podem estar relacionados a acontecimentos da sua vivência e talvez precisem ser trabalhados com outro profissional, além da professora e equipe da escola, seria interessanta buscar auxílio de um psicólogo escolar para esclarecer este assunto. Abraços

8 de junho de 2011 18:39
Denise disse...

Professora Márcia,

Semana passada coloquei meu filho na escola (3 anos). Nos 2 primeiros dias, ele ficou sem chorar, mesmo achando tudo novidade. No 3 dia já não quis ir a aula, chorou muito em casa. No 4 dia, o irmão mais velho o convenceu e no 5 dia não quis de forma alguma voltar a escola. A minha dúvida é a seguinte: Estou ainda tentando convencê-lo de ir a escola após o almoço (turno vespertino) e ele rejeita com a seguinte resposta: Amanhã eu vou! Bom, o que devo fazer? Espero o próximo semestre ou levo mesmo chorando? Obrigada pela atenção.

7 de fevereiro de 2012 16:25
Denise disse...

Onde está a professora?

9 de fevereiro de 2012 16:58
Profe Márcia disse...

Oi denise, estou sem internet e consigo acesso somente pelo celular. Descule nao conseguir responder antes. Em primeiro lugar vc precisa refletir sobre quem toma as decisoes se sao os adultos ou sei filho de tres anos. Porque vc deseja que seu filho va para a escola? Vc consegue perceber com a escola pode ser importante nesta etapa? E vc quem deve estar segura desta escolha. Sugira a escola que vc fique junto com aeu filho durante uma hora nos primeiros dias. A partir do terceiro dia, comece a entregar seu filho da seguinte forma: filho, mamae te ama, agora vc vai ficar na escola para brincar enquanto trabalho. De um beijo coloque o no chap e deixe que a prpfessora o pegue. Nao fique na porta tornando a despedida longa , simplesmente vire as costas e saia, fique em algum lugar da escola, esperando para ver ae ele se acalma, se preciso, converse e de dicas para a professora de coisas que ele gosta, mas nao leva lo a escola pode deixa lo confuso. Desculpe os erros na digitacao e a falta de acento. Espero que voces consigam.

11 de fevereiro de 2012 17:10
Denise disse...

Olá Professora Márcia, fico feliz por ter respondido. Amanhã irei levá-lo a escola e fazer de acordo a sua orientação. Depois vou comentar como foi a semana. Um grande abraço e felicidades! Obrigada pela atenção!

12 de fevereiro de 2012 21:15
danieli disse...

oi, professora Márcia, estou com minha filha de 3 anos, ela não quer ficar na escola, fiquei com ela durante 2 semanas, na 3ª semana eu a deixei chorando e esperei escondida na escola para ver se ela parava depois de uns 10 minutos ela parou, mas no 5º dia da 3ªsemana ela começou
a chorar no portão e não queria entrar, mas eu entrei e deixei ela ,falei
que eu a amo mas ela tinha que ficar na escola para poder brincar e fazer
os trabalhinhos com os colegas e a professora ,deixei ela chorando e me escondi esperei ela parar de chorar e sair, mas o choro parece de desespero ela me agarra no pescoço e se estivar no chão que vir no colo
isso na escola, na rua agora ela não quer chegar perto de ninguém, só quer ficar agarrada comigo, o que eu faço me ajude por favor.

9 de março de 2012 23:37
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21 de fevereiro de 2013 13:05

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